Entrevista 2 - Alfredo Wagner de Almeida

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Formatos: MP4 (640 X 480 px) MP4 (320 X 240 px) FLV (640 X 480 px)
Duração: 00:07:42
Classificação: A Ciência que eu Faço 2013
Tags: Antropologia/Prisão
Acessos: 681

Neste belíssimo depoimento, o professor Alfredo Wagner nos conta que o primeiro lugar em que ele trabalhou profissionalmente como antropólogo foi no Maranhão, onde desenvolve seu trabalho de pesquisa há mais de 40 anos. Ele nos fala de continuidade, de reconhecimento e de vocação apesar de não sentir que teve propriamente uma “descoberta de uma vocação”. Atribui a escolha da sua profissão a uma série de contingências em que se viu colocado. Conta-nos, por exemplo, que foi na prisão que amadureceu e que foi lá que ele descobriu e compreendeu que as pessoas tinham profissões e se auto-representavam por essas profissões. Coube a ele, durante o tempo em que esteve preso, ser professor. Começou a dar aulas de formação histórica e de formação econômica, em uma cela muito pequena, para vinte outros presos. Foi lá que se viu em um metiê de sociólogos concretizando a experiência de dar aulas. Vindo das Minas Gerais – de uma região que foi o último baluarte contra o abolicionismo, último lugar onde o Barão de Cotegipe foi para fazer a campanha antiabolicionista em 1888 – ele segue seu depoimento nos revelando uma belíssima trajetória de vida que dá uma volta e reencontra a si mesmo. Vale conferir!

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